Santa Casa e transporte escolar novamente são pautas da sessão desta segunda-feira

por Equipe Imprensa publicado 11/09/2018 13h06, última modificação 11/09/2018 13h06

Ocorreu no Plenário João Goulart nesta segunda-feira (10), a quarta sessão ordinária do mês corrente. Não havendo ordem do dia, foi realizada a leitura do expediente pelo secretário e logo dado inicio ao grande expediente. 
Os parlamentares fizeram o uso da tribuna para explanar seus pontos de vista em relação aos assuntos que convivem com o cotidiano dos santanenses, tendo como principais pautas o hospital Santa Casa e o transporte escolar.

Leandro Lula Ferreira iniciou o grande expediente, expondo a falta de recursos do município para reformar localidades do interior do município. “Eu não consigo entender como é que não se conversa com a realidade. Vamos fazer um básico ou aquilo que dá pra acontecer principalmente no interior do município. Faço até uma provocação para a comissão de finanças, para que o secretário pudesse nos apresentar um plano de trabalho desses investimentos externos”, comentou o parlamentar.

Lídio Mendes Melado parabenizou a articulação dos colegas vereadores pela realização da audiência publica referente ao transporte escolar.
“Aprendemos aqui em conjunto, como conseguimos as coisas se provocarmos o ministério público. Nós temos três poderes aqui em nossa cidade, se nenhum deles não resolver, ninguém mais resolve. Devemos resolver, sem picuinhas e agora devemos lutar pelas estradas”, comentou o vereador.

Mauricio Galo Del Fabro manifestou suas colocações em relação à gestão da Santa Casa. “Sou contra tirar o atual administrador no último ano em função do ano eleitoral, isso não pode”, salientou Galo. 
O parlamentar também comentou em referencia a usina de asfalto. “Vejo a noticia da famosa usina de asfalto, parece que virou praxe esse adiamento para o funcionamento da usina. Somos contra essa iniciativa de arrumar a casa em período de eleição para conseguir votos”, comentou o vereador.

Romário Paz comunicou que até o momento não foi feita a prestação de contas do município ao Estado. “Está havendo um desencontro de informações e não sabemos quem fala a verdade. Isso é preocupante para todos nós”, mencionou o parlamentar.

Antônio Zenoir ressaltou os problemas que ainda interferem a atual gestão do município. “Devemos agir sem essa leviandade de partido, pois isso nos contrapõe aqui dentro. Quando daremos importância a esses assuntos? No último ano de mandato? As pessoas não cansam de cobrar e falar o que nossa cidade virou. Onde iremos chegar?” indagou Antônio.

Aquiles Pires finalizou o grande expediente, expondo suas ressalvas em consonância com seus colegas parlamentares sobre a administração do governo municipal. “Este governo jogou a cidade as traças, está totalmente equivocado. As pessoas nos cobram porque, não enxergam o executivo para cobrar. Isso é falta de comando, falta de administração e falta de bons exemplos, quem assume um cargo público deve dar bons exemplos”, ressaltou o parlamentar.

Nas comunicações pessoais o Vereador Carlos Nilo manifestou-se em relação aos empasses da Santa Casa. “Mais uma vez estamos ouvindo que a Santa Casa irá fechar. O que aconteceu com os empréstimos? A Câmara fez um esforço e ainda temos dois meses atrasados, é lamentável. Também devemos realizar alterações na LDO, está muito precarizada, e não adianta chorar depois de aprovado. Devemos priorizar a saúde e a educação”, comentou o parlamentar.

Dagberto Lula Reis indagou qual seria a preocupação do atual governo municipal. “Qual é a prioridade? É fazer educação e saúde de qualidade com aquilo que nós temos ou a finalidade é contratar empresas terceirizadas? Temos que observar a parte técnica, e hoje saúde e educação não são prioridades no nosso município”, ressaltou Dagberto.

O Presidente da Câmara Municipal Danúbio Barcellos finalizou as comunicações pessoais onde realizou comentários alusivos à infraestrutura da Santa Casa. “Não existe estrutura para atender a demanda que é muito grande, faltam médicos, mas também existem médicos que trabalham por dois ou três, além de ótimos profissionais de enfermagem, em todo lugar existe isso. É verdade também que os pacientes precisam estar ligados em questão aos medicamentos, havendo assim uma falta de comunicação”, salientou o parlamentar.

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