Primeira sessão ordinária do mês de setembro

por Equipe Imprensa publicado 04/09/2018 08h57, última modificação 04/09/2018 08h57

Na manhã desta segunda-feira (03), ocorreu no plenário João Goulart, a primeira sessão ordinária do mês de setembro, não havendo ordem do dia, foi lida o protocolo como de praxe e logo dado início ao grande expediente.
Os vereadores Leandro Lula Ferreira e Lídio Mendes (Melado) expuseram seus descontentamentos referentes à situação das estradas rurais e o transporte escolar, exigindo mais ação por parte do município.

“Infelizmente até aqui as crianças permanecem sem aula. No meu ponto de vista o município não vê a educação como prioridade, mas sim como uma despesa, como um negócio. As crianças estão à mercê e infelizmente as escolas poderão até mesmo serem fechadas se persistir esta situação, o munícipio deveria ter assumido mais a frente esse ocorrido”, ressaltou Leandro.

Em consonância com seu colega vereador, Lídio Mendes comentou: “alguém foi o responsável em não prestar essas contas do ano passado. Devemos pôr mais pressão. Sinto dizer que, é a primeira vez na minha vida que vejo este caos na educação, quem se candidata à prefeitura deve saber o que está assumindo e depois que for eleito não inventar desculpas”, manifestou o parlamentar.

Outro assunto levantado pelos parlamentares foi o ocorrido na Zona Norte do Rio de Janeiro, o incêndio de grandes proporções que destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão. O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (02) e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira.

Antônio Zenoir comentou que o governo federal não investe recursos que deveriam ser aplicados nas esferas com mais necessidades. “Esse fato de indignação é quando vemos o nosso museu nacional, uma historia riquíssima, que agora são irrelevantes ao que o fogo fez. Vários partidos recebem no fundo partidário, números exorbitantes, números que poderiam ser investidos no repasse da manutenção da nossa historia. Resultado: mais uma falta de respeito com a população. O governo sempre alega que não tem recursos para investir em educação, saúde e segurança, mas sim tem para fundos partidários”, manifestou Antônio.

Dagberto Lula Reis em contra partida, manifestou seu ponto de vista contrário ao do colega Antônio Zenoir. “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não podemos entrar nessa de criminalizar a politica. Já se investiu muito no Museu Nacional e em outros museus do país, tem como investir-se mais, e não tem nada a ver com o financiamento das campanhas politicas, tem a ver com administração. O financiamento das campanhas politicas tem um custo bem menor ao país do que o custo da propina do financiamento privado. Quem fica com esse dinheiro, essa é outra história e deve ser investigado. Dizer que não tem dinheiro para investir em outras áreas, mas sim na politica é uma inverdade”, salientou Dagberto.

Evandro Gutebier também manifestou o seu posicionamento referente ao assunto. 
“Concordo com o Zenoir, mas não deixa de ter razão o Dagberto. É uma vergonha o que está acontecendo, temos dinheiro para a politica, mas não temos dinheiro para nada mais. Vocês lembram das Olimpíadas e da Copa do Mundo? Foi gasto dinheiro público nas construções e o que mudou na nossa vida? Nada.” Comentou o parlamentar.

Evandro também comunicou que ocorreu uma reunião com um profissional especialista em Parceria de Público-Privado e demais representantes de planejamento do município, para fazer um estudo de reformar o Lago Batuva.

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